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Video Ataq - Mapping e Novas Fronteiras de Imersões.

De 13 a 15 de agosto no Parque das Ruínas em Santa Tereza




O objetivo do VIDEO ATAQ é associar a arte de novas mídias a outras formas já consolidadas, como a música e a poesia, em um espaço público, aberto (ao ar livre) no Rio de Janeiro, mais precisamente no Parque das Ruínas em Santa Teresa, que se transformará em um espaço de exibição e aprendizado.

Os artistas convidados compõem uma multiplicidade de expressões do cenário nacional. O evento pretende, assim, fomentar o intercâmbio cultural no sentido de difusão do conhecimento. O VIDEO ATAQ contará com oficinas práticas que terão como objeto de estudo elementos que permeiam a temática do evento, como Vjing, Video Mapping, manipulação de vídeo em Software Livre, entre outros, nos quais serão estimuladas a produção artística em novas tecnologias.

O VIDEO ATAQ vêm de encontro a demanda de um público ávido por diferentes e novas formas de expressão de arte e tecnologia. Uma cidade com um cenário único, tradicionalmente reconhecido pelo mundo. Ao propor uma releitura desse espaço, o VIDEO ATAQ projeta um novo olhar para a cidade, apresentando a sua capacidade de preservar o passado e se abrir para o futuro.



Confira a programação aqui.

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Ponto de Cultura

O Ponto de Cultura é a ação prioritária e o ponto de articulações das demais atividades do Programa Cultura Viva.
“Os Pontos de Cultura são espaços permanentes de experimentação, encanto, transformação e magia.”
Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República.
“O Ponto de Cultura é “uma espécie de ‘do-in’ antropológico, massageando pontos vitais, mas momentaneamente desprezados ou adormecidos, do corpo cultural do País”
Gilberto Gil, Ex-ministro da Cultura

O que é?

São entidades reconhecidas e apoiadas financeira e institucionalmente pelo Ministro da Cultura que desenvolvem ações de impacto sócio-cultural em suas comunidades. Somam, em abril de 2010, quase quatro mil, em 1122 cidades brasileiras, atuando em redes sociais, estéticas e políticas.
O Ponto de Cultura não tem um modelo único, nem de instalações físicas, nem de programação ou atividade. Um aspecto comum a todos é a transversalidade da cultura e a gestão compartilhada entre poder público e comunidade.
Pode ser instalado em uma casa, ou em um grande centro cultural. A partir desse Ponto, desencadeia-se um processo orgânico agregando novos agentes e parceiros e identificando novos pontos de apoio: a escola mais próxima, o salão da igreja, a sede da sociedade amigos do bairro, ou mesmo a garagem de algum voluntário.
Quando firmado o convênio com o MinC, o Ponto de Cultura recebe a quantia de R$ 185 mil, em cinco parcelas semestrais, para investir conforme projeto apresentado. Parte do incentivo recebido na primeira parcela, no valor mínimo de R$ 20 mil, para aquisição de equipamento multimídia em software livre (os programas serão oferecidos pela coordenação), composto por microcomputador, mini-estúdio para gravar CD, câmera digital, ilha de edição e o que mais for importante para o Ponto de Cultura.